Guarda-redes mexicano representou o AVS e somou os últimos minutos da carreira no Mundial 2026
Guarda-redes mexicano representou o AVS e somou os últimos minutos da carreira no Mundial 2026
Guillermo Ochoa confirmou esta terça-feira que vai mesmo pendurar as luvas, aos 41 anos, depois de uma trajetória de mais de duas décadas que o elevaram a uma das maiores figuras do futebol mexicano. O AVS foi o penúltimo clube do carismático guarda-redes que somou os últimos minutos da carreira no Mundial 2026, o seu sexto Campeonato do Mundo. Foi a 24 de junho que Ochoa subiu, pela última vez, a um relvado, substituindo Raúl Rangel, na vitória do México sobre a Chéquia (3-0), no último jogo da seleção azteca na fase de grupos do Mundial 2026. «Dei tudo de mim, deixei tudo em campo pelos meus clubes e pela seleção e hoje estou a entregar as minhas luvas. O futebol escolheu-me para defender uma baliza, um escudo e as esperanças de toda uma nação. Ser guarda-redes significa saber que podes esperar 90 minutos porque pode chegar um momento em que tudo depende de ti.
E quando esse momento chega, não podes duvidar de ti próprio», escreveu Ochoa no vídeo em que anuncia o final da carreira. Uma carreira com mais de vinte anos que começou no Club América, em 2003, e que a partir de 2011 foi escrita na Europa, com passagens pelos franceses do Ajaccio, dos espanhóis do Málaga e Granada, dos belgas do Standard Liège e dos italianos da Salernitana. Em 2023/24 foi anunciado, com alguma surpresa, como reforço do AVS onde somou 23 jogos, enquanto na última época, a última antes do Mundial 2026, jogou nos cipriotas do AEL Limassol. «Nunca imaginei até onde me podia levar o sonho. Hoje só posso olhar para trás com orgulho e dizer: obrigado!», escreveu ainda o guarda-redes que acumulou 154 internacionalizações, incluindo a presença em seis Campeonatos do Mundo, desde 2006 a 2026, tantos como Cristiano Ronaldo.
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