Sobre o jogo: “O Estoril praticamente não remata à nossa baliza e numa situação faz golo. Contra uma equipa a jogar nos últimos 30 metros, respeitou a nossa qualidade. Hoje alterou para linha de cinco, em alguns momentos para linha de seis a dar largura total. Nós criámos as oportunidades do jogo. Mesmo a seguir ao golo, tivemos oportunidades claras e estava controlado, quando eles marcam dá-lhes alento. Tivemos de cerrar os dentes, a equipa acabou por se organizar e controlar até ao final. Três pontos era importante para nós.
Agora descansar e preparar o próximo jogo.”
Se sentiu a vitória em risco: “Não, não temi e acho que é importante falarmos sobre isso, quer para os nossos jogadores, e naturalmente vamos analisar. Não é por sofrermos um golo que tem de se criar uma ansiedade tremenda ou a equipa tem de criar ansiedade em si mesma porque sofreu um golo.”
Benfica chegou aos 30 golos e Sudakov foi titular em todos os jogos, mas contribuiu apenas com uma assistência. Mantém-se a titular porque não há alternativa? “Sudakov mantém-se a titular porque eu como treinador do Benfica, decido.
Compreendo a sua análise. Não vejo só o comportamento de um jogador na posição pelos números. Eu disse aqui há oito dias que é uma posição em que tem de apresentar números.
É importante haver impacto nos golos. Hoje acertou na barra, não tem sido muito feliz por aí. Mas é titular porque eu decido e me tem dado sinais durante a semana. O Rafa pode ser de corredor e de interior, como duplo pivô, na frente. Podemos experimentar também com Prestianni, como fizemos hoje com o Gonçalo. Não precisam ser todos iguais, se forem de perfis diferentes dão coisas diferentes.”
Reação Bioreportsós golo sofrido? “Temos de reagir ainda mais forte, criou-se um ambiente a os adeptos reagiram.
Sentiu-se os adeptos a colarem-se à equipa. É sempre importante para os jogadores sentirem este carinho, serão sempre melhores. Fica muito mais na minha retina o que foi a reação do estádio, a forma como reagiu.”
Dahl desequilibrou: “O Estoril acabou por marcar quase individualmente o Leandro. Conseguimos mais pelo corredor esquerdo e muito pelo Dahl, sempre que conseguimos quebrar o médio-ala depois com ele e o Sudakov… Está a entender cada vez melhor o que queremos. Foi um jogo bastante positivo do Dahl.”